domingo, 1 de maio de 2016

NÃO DEIXE A TPM ACABAR COM O SEU CASAMENTO





Ao contrário do que alguns homens pensam ou até mesmo algumas mulheres que não sofrem com esse mal, TPM não é brincadeira. Embora pareça frescura pra alguns, o fato é que ela é coisa séria e atinge grande parte das mulheres. Segundo pesquisa, 90% das mulheres sofrem com ela. 

Ela se caracteriza por um conjunto de sintomas e sinais que se manifestam um pouco antes da menstruação e desaparece com ela. Se eles persistirem, não se trata da síndrome de TPM, que está diretamente relacionada com a produção dos hormônios femininos.

Pra quem não sabe, TPM, a chamada Tensão Pré-Menstrual, é o nome que se dá a uma série de sintomas que se manifestam antes da menstruação. Mais precisamente, antes do sangramento. Essa síndrome  acontece mensalmente na vida das mulheres. E é um tema que com certeza  interessa não só às mulheres, mas também aos homens. Então vamos lá...

O nível de dois hormônios, a progesterona e o estrógeno, praticamente chega a zero durante a menstruação. E o impacto que isso provoca no humor feminino é gigantesco! Há mulheres que tem praticamente todos os sintomas. Outras delas, têm alguns deles em maior ou menor quantidade. Mas o fato é que quem TPM sabe o quanto ela pode desencadear uma crise no relacionamento.

Há relatos de mulheres que se dizem totalmente transtornadas nessas época. Muitas são acometidas por uma fúrias incontrolável, outras além dos nervos afetados, ficam extremamente deprimidas, sem contar as dores e alterações corporais que acontecem nesse período.

O "Tico e o Teco" não costumam bater bem das bolas nessa fase. Qualquer coisa é motivo para  se instaurar uma guerra mundial. Tudo se torna mais complexo. A irritação da mulher ou a sensibilidade aguçada pode colocar tudo a perder. Uma coisa que talvez seria enfrentada por ela de maneira mais suave e tolerante, costuma no período menstrual, se tornar um 'problemão"!

Definitivamente, nessa época, não é bom tomar decisões importantes e o ideal é evitar certos assuntos. É melhor esperar a fase passar. Controlar-se é importante para não causar maiores estragos ao relacionamento. Mas os maridos também devem evitar provocações, temas que irritem a mulher, etc. É necessário sensibilidade por parte dos companheiros. E é importante até anotar na agenda, para acompanhar o ciclo menstrual da sua esposa e estar preparado para a TPM.

Não é raro que grande parte das brigas dos casais aconteçam nesse período, até mesmo rompimentos e a mulher pode jogar tudo abaixo. Controlar as palavras nesse momento é imprescindível. Dominar a língua é um exercício que deve ser ainda mais considerado nesse época, afim de evitar uma "tragédia"! É difícil, mas diria que é vital.

Segundo o Dr. Dráuzio Varella afirma em seu site, " a concentração dos hormônios sexuais varia no decorrer do ciclo menstrual. Assim que termina a menstruação, tem início a produção de estrógeno, que atinge seu pico ao redor do 14º dia do ciclo, quando começa a cair e a aumentar a produção de progesterona. O nível desses dois hormônios, porém, praticamente chega a zero durante a menstruação.Portanto, em cada dia do mês, a mulher tem uma concentração de hormônios sexuais diferente da do dia anterior e diferente da do dia seguinte. O impacto que isso provoca no humor feminino também oscila de um dia para o outro. Por isso, os homens dizem que as mulheres são difíceis de entender."
Veja você leitor,  que há uma queda brusca de estrógeno e progesterona! E em consequência uma drástica mudança no humor feminino.
Pensando em aliviar esses problemas decorrentes da menstruação, e não somente funcionar como método, contraceptivo, criaram o Mirena que é um tipo de DIU (dispositivo intra uterino) à base de hormônios que é colocado no útero da mulher. Algumas mulheres com o uso do Mirena param definitivamente de menstruar, outras não. Mas no geral, há muitos comentários positivos de mulheres que passaram a utilizá-lo, alegando mudança  significativa após o seu uso, como por exemplo, a permanência do bom humor nessa fase, que reflete diretamente no relacionamento. Muitos médicos inclusive o recomendam o uso às suas pacientes, por conta das grandes privações que sofrem na fase menstrual.
Ilustração de um DIU MIRENA posicionado dentro do útero


Mas como sempre cada mulher é que deve decidir aquilo que é melhor para si mesma. Portanto, procurar um ginecologista pra conversar sobre a possibilidade do Mirena, suas implicações e outras coisas mais, é o caminho a ser feito. Há aquelas mulheres, também que preferem continuar menstruando e foram a um psiquiatra para receita-lhes um antidepressivo, o que  pode ajudar a superar muita gente a enfrentar essa fase difícil.





















Psicanalista cristã

sábado, 9 de abril de 2016

NÃO MENDIGUE AMOR DO SEU CÔNJUGE




O casamento é a união de duas pessoas que se amam,  ou pelo menos, deveriam se amar.  Dessa forma, é natural que quem case espere receber amor do seu cônjuge. E é assim que uma relação conjugal deve ser, pautada no amor. No entanto, por conta de contingências da vida, sejam mágoas, ilusões, etc; alguns cônjuges dizem perder o amor pelo companheiro (a). 

Quando isso acontece, a tristeza de saber-se não amado, na maioria das vezes toma conta de quem descobre-se nessa condição. A falta de afeto, pode ser vista tanto por ações, quanto por palavras. E não raramente, é confirmada categoricamente quando se ouve da boca do parceiro que não se é mais amado.

É verdade que amar e ser amado é uma das maiores necessidades humanas, no entanto, não podemos obrigar as pessoas a nos amarem, nem mesmo nosso  cônjuge. Amar é um ato que parte do coração. Não é algo forçado que se possa exigir de ninguém. Além disso, quando mendigamos amor, na verdade, reduzimos a chance de admiração e o respeito da pessoa que amamos. E assim impedimos que o sentimento possa brotar novamente. Mendigar amor, como já está claro, é nos portarmos como mendigos, miseráveis pedintes. De fato, uma condição humilhante.

Entre outras formas de mendigar amor, eis algumas:

- Abandonar os seus ideias de vida, em função do outro que nos pediu para tal, como forma de demonstração de amor;
- Quando reservamos todo tempo de nossas vidas para a pessoa que dizemos amar,
- Quando cuidamos do outro e  deixamos de cuidar de nós mesmos,
- Ao deixarmos de ser nós mesmos,  
- Abrir mão de nossa individualidade,
- Ter tempo demais para cuidar do outro e não cuidar de si,
- Ficando desesperados quando nos abandona ou diz mais não nos amar
- Ficar reclamando atenção para si;
- Deixar de reconhecer seu próprio valor, em detrimento do outro;
- Aceitar tudo que o outro faz, só pra não contrariá-lo com medo de perdê-lo
- Fazer o outro sentir pena de você, etc. . 

É claro que não é fácil, saber que não se é mais amado. Não dá pra fingir que isso não dói, porque realmente dói profundamente. A dor existe. É real. Mas temos que aprender a aceitar o fato que não se pode exigir amor do nosso cônjuge, muito embora, o correto e o que se espera numa relação conjugal é que haja amor mútuo.O desejo e o plano de Deus, para o matrimônio  é que marido e mulher se amem de maneira sublime. Não é à toa o fato de Deus, nas Escrituras, comparar o amor conjugal com o amor de Cristo e sua Noiva (a Igreja=seus discípulos). No entanto, embora esse seja o plano ideal do Criador, por causa do pecado e da dureza do coração humano, nem sempre as coisas acontecem dessa maneira.   

E quando não houver amor por parte de um dos cônjuges e outro continuar amando, este não deve mendigar amor. Não peça esmolas, não implore afeto. Quando se faz isso, demonstra-se uma falta de amor por si próprio. Então apenas ame, sem esperar nada em troca, crendo que Deus lhe suprirá a falta de amor do seu parceiro. É claro que não é desejável viver numa relação assim e em alguns casos, o caminho é a separação. Mas enquanto for possível AME, sem esperar retribuição. Faça sua parte. Lute pelo seu casamento, amando. Não será fácil, mas entenda que o fato do outro não amar é um problema dele  e não seu. O que compete a você, faça. Então, AME. Muitas vezes,  o coração do cônjuge que deixou de amar, será tocado pelo seu amor e dele florescerá amor novamente.

Mesmo sendo sua esposa ou seu marido, não anule o amor por si mesmo, para agradar quem não te ama mais, nem te dá o devido valor.  Compreenda a magnitude do amor de Deus por você e jamais mendigará amor, nem mesmo daquele que deveria te amar.

Mendigando Amor
Acesse o conteúdo completo em: http://www.stum.com.br/conteudo/c.asp?id=10651&onde=1
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Psicanalista cristã

terça-feira, 5 de abril de 2016

CASADO PARA MALTRATAR




O título que encabeça essa postagem pode parecer estranho. Deixe-me explicá-lo para que tudo fique claro. Vamos a uma ilustração que poderá elucidar as coisas. Você já viu pessoas que adquirem animais para maltratá-los? Jornais de TV já noticiaram casos desse tipo. De fato, há quem compre um  pet e não cuide. Muito pelo contrário, maltrata. 

De igual modo existe quem case para maltratar. E não pense que se trate apenas de culturas mais rígidas, como em países árabes, por exemplo. Há quem proceda assim, aqui mesmo no Ocidente, na América do Sul, no Brasil, ali e acolá. Mais perto do que se possa imaginar. É mais comum que isso aconteça por parte dos homens. Homens que se casam para maltratar suas esposas, para subjugá-las, exercerem domínio sobre elas, depreciá-las e tratá-las como objetos.

Certa feita, uma mulher disse que o marido, pertencente a uma denominação cristã, ocupante de um cargo eclesiástico, nunca lhe fizera um elogio e pra piorar havia dito algumas vezes que ela era um zero à esquerda. Ela diante do sofrimento que se arrastava por longos anos começou a se questionar sobre a conduta do marido e perguntou a si mesma num clamor desesperado: "Meu Deus, esse homem vive me maltratando, só sabe me diminuir, me criticar, me xingar. Só sirvo para fazer sexo e mais nada.  Por que ele casou comigo?" Essa era a indagação dessa mulher. 

E a resposta é POR PERVERSIDADE. Sim, há homens perversos capazes de unirem-se a uma mulher apenas pra poder satisfazer seu desejo cruel de maltratar. É como um garoto malvado que pega um passarinho só pra arrancar as asas ou esbofeteá-lo. Ele fica feliz por ter o passarinho. O senso de poder lhe faz bem, mas o que ele oferece ao pobre animalzinho é apenas maltrato. Uniões assim são doentes. Não que um marido desses não possa vir a amar a sua esposa. Mas o fato é que o motivo de estar ali com ela, não é amor. E onde não há amor, o cenário não é dos melhores.

Homens como esse que se dizem religiões, e cristãos como é o caso relatado acima, colocam um jugo sobre a mulher sobre o pretexto da submissão religiosa. Não uma submissão apregoada por Jesus no Novo Testamento, mas em nome de um suposto mandamento de submissão primitivo e maligno, coloca a mulher numa condição de escravidão violando tudo que o Evangelho diz ao homem sobre como tratar o seu próximo.

A impressão que se tem é que o indivíduo deve considerar as orientações de Deus em relação ao próximo somente se ele não for a sua esposa. Ou seja, deve amar o próximo, não humilhar o próximo, tratar o próximo como superior, etc, etc; desde que não seja sua própria mulher. Sendo que na verdade, a coisa fica mais grave, haja vista que o próximo que estamos tratando aqui, é a ESPOSA, o próximo mais próximo do marido! E deveria amá-la, mas de forma especial em relação a qualquer outra pessoa, um amor como o de Cristo pela sua Igreja (os seus discípulos). Sendo assim, não resta dúvida que o marido deve pôr em prática o que o Evangelho diz sobre o trato para qualquer semelhante, quanto mais deveria fazê-lo com sua mulher!













Psicanalista cristã

segunda-feira, 4 de abril de 2016

SÍNDROME DO PEQUENO PRÍNCIPE: EU GOSTO DE VOCÊ, AGORA FAÇA TUDO POR MIM!





Existem pessoas que vivem carregando pesos, se arrastando, por conta de sequestros. Os sequestros costumam ter início com frases como "Eu gosto tanto de você". A partir daí o sequestrador, usando do seu suposto afeto para com a outra pessoa, a faz seu refém. Começa a usar o argumento do "afeto" para lançar sua teia sobre o outro, fazendo exigências ainda que camufladas ou obrigando o outro a aceitar seus comportamentos invasivos. O sequestrado constrangido pelo afeto do sequestrador, fica enredado pelo mesmo e se torna responsável por ele. Daí o fato de chamar-se "síndrome do pequeno príncipe" em referência à conhecida frase: TU TE TORNAS ETERNAMENTE RESPONSÁVEL POR AQUILO QUE CATIVAS.

A frase até parece bonita. Mas a realidade implícita nela configura um grande equívoco. Há muita gente se fazendo responsável por quem de fato não é. Mas a manipulação é tanto que é como se a  vítima trouxesse pra si a frase e começasse a achar que de fato é obrigada a carregar aquele peso, por conta do AFETO que despertou no outro. Então pra não desencantar o outro, se submete a uma servidão. Esse tipo de situação também acontece no relacionamento conjugal. Tem marido e mulher sequestrando o cônjuge. E isso se dá quando um começa a lançar "obrigações" sobre o outro, que na verdade não são dele, como se ele fosse responsável por parentes e/ou amigos. Afirmações tipo: "Amor, você tem que ajudar o meu irmão que está precisando de dinheiro. Você sabe o quanto ele gosta de você", ou "você tem que deixar minha mãe morar com a gente. Do contrário ela ficará muito chateada com você", " você vai ter que comprar os produtos que a minha tia vende, viu? É minha tia, tá?" entre outras.

Abordagens como estas, são sequestros e dos mais covardes, diga-se de passagem. Porque vem embrulhados num discurso de que se deve fazer certas coisas por alguém, por ele gostar de cônjuge e não para com os demais. você. Mas é preciso ter a consciência de que o cônjuge tem deveres para com o outro cônjuge e não necessariamente com a parentela ou amigos do parceiro.  Ninguém se casa casou com a tia, com a mãe, com o pai, com o irmão do cônjuge, a não se com ele. Dessa forma, o compromisso que ele assume ao casar é sobretudo, com  quem casou. Ele não tem obrigações de fazer isso ou aquilo para os demais pelo simples fato de serem parentes ou amigos do companheiro. A pessoa pode até ser generosa, ajudar de alguma forma, mas não como algo que o outro impute a ela, não como um dever, mas por sua própria escolha.

Mas há casos em que o indivíduo se torna cativo, não por uma imposição do cônjuge, mas por sentir-se na obrigação em relação a um parente de seu parceiro. O próprio parente do cônjuge é quem acaba enredando o outro, deixando-o coagido, até que ele se acha incapaz de dizer não. E ai está estabelecido o cativeiro.

Algum parente do companheiro (sogra, sogra, irmão, irmã, tia, etc) começa a julgar que seu cunhado/cunhada/genro/nora agora tem obrigação de atender-lhe os caprichos ou suportar suas atitudes invasivas na casa ou na vida dele; como aparecer a hora que lhe convier, achar que tem a obrigação de emprestar o carro ou dinheiro, etc. Mas o fato é que não tem. É hora de acordar e repensar seus conceitos. Ele só dever fazer se realmente achar que deve, se quiser, se puder. 

Talvez você que me lê esteja sendo sequestrado pelo seu cunhado, seu genro, sua nora ou pode ser que seja o sequestrador. Eu não sei quem você é. Mas não se esqueça: não se deixe sequestrar e não sequestre ninguém. Não se deixe ser vítima nem tão pouco algoz. Viva a vida em paz, sem algemar as pessoas ou dar deixar-se ser algemado. Você que está sequestrando, pare de colocar quem não é responsável por você como se fosse, e   você que é sequestrado pare de achar que você é responsável por quem você não é. Não fique cativo. Quem gosta de você de maneira sadia, saberá lhe respeitar e não usará do afeto que diz ter, pra levá-lo cativo. Coloque limite nesses abusos, de forma assertiva, mostrando seu descontentamento, mas também com sabedoria e amabilidade. 






Psicanalista cristã

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domingo, 3 de abril de 2016

ORAÇÕES IMPEDIDAS...





A palavra de Deus nos mostra de modo bem claro que quando o marido deixa de tratar sua esposa como parte mais frágil, sendo áspero, algo acontece também na dimensão espiritual: suas orações são impedidas! Veja o que o texto bíblico diz eI Pedro 3:7: "Igualmente vós, maridos, vivei com elas com entendimento, dando honra à mulher, como vaso mais frágil, e como sendo elas herdeiras convosco da graça da vida, para que não sejam impedidas as vossas orações". 

Toda vez que o marido deixar de honrar a mulher como vaso mais frágil e maltratá-la, seja verbalmente, fisicamente, ou até pelo silêncio da indiferença, ele está trazendo um sério problema sobre a sua vida e consequentemente sobre a vida espiritual do casal. 

Imagine você marido, mesmo clamando ao Senhor, ter suas orações impedidas, por conta de um princípio de Deus, que você violou? Que grande perda é essa! De certo, não deseja que isto aconteça, não é mesmo?

Portanto, prezados maridos, procurem não violar este princípio. Além disso, tratar a esposa com grosseria traz uma grande desarmonia para o lar. E Deus não age em um ambiente de desarmonia e discordância. Eis mais uma  grande perda! Sem falar, que quando um marido trata sua esposa com rispidez, ele a está destruindo. E se a destrói, o faz a si mesmo! Viu só como o modo do marido tratar a sua esposa traz uma série de consequências desastrosas? Dessa forma é imprescindível que cada marido tenha sempre em mente que a sua mulher é a parte mais frágil e precisa ser tratada como tal. 

A propósito, você conhece um vaso chinês? Ele é um vaso extremamente frágil. É feito de uma porcelana muito fina e deve ser manuseado com todo o cuidado para que se mantenha intacto. Caso contrário, quebrará.  É assim que o marido deve olhar pra sua amada: como um precioso e delicado vaso de porcelana chinesa. Deus colocou sobre as emoções da esposa a "etiqueta" de fragilidade. Pra alguns pode até parecer tolice, mas não é. Deus, em Sua infinita sabedoria conhece muito bem a natureza da mulher que Ele mesmo criou.







Psicanalista cristã




VOCÊ É UM CÔNJUGE COM "SÍNDROME DE GABRIELA"?





Quando pensamos na vida conjugal, os anos de convivência vão mostrando que mudanças são necessárias, tanto em nível pessoal, quanto do casal. Algumas pessoas, têm grande dificuldade em "flexibilizar" pontos de vista, idéias e comportamentos. A justificativa para essa rigidez é  "eu nasci assim, eu cresci assim, vou ser sempre assim". É a chamada "Síndrome de Gabriela". Assim chamada por fazer menção à letra. Esta atitude pode até parecer correta, mas em geral acaba em discussões intermináveis, que não contribuem para a harmonia do relacionamento.

Se certos comportamentos de um dos cônjuges trazem desgastes e infelicidade para o casamento, não há porque não alterar o modelo comportamental. Portanto, se o companheiro ou a companheira, chegar a dizer que outro está tendo uma atitude ruim, um hábito que gera mal estar, cria conflitos e afasta o casal, é hora de parar para fazer uma avaliação de si mesmo. Pessoas adultas, conseguem ouvir críticas sinceras, feitas com amor e avaliá-las extraindo o que o que é bom. 

Às vezes não percebemos comportamentos nocivos que temos no nosso relacionamento. E levando em conta que as observações negativas, são feitas por alguém que nos ama e ESCOLHEU viver ao nosso lado, é mais um motivo para repensar nossas atitudes. Pergunte-se: "Será que não não é hora deu mudar meu comportamento? O que tenho gerado com ele?"  Talvez o cônjuge esteja até alterado na hora de fazer uma crítica. O que de fato é ruim, pois o modo como falamos também é de suma importância, ainda mais quando se trata de fazer uma crítica. Mas não significa necessariamente que o outro não tenha razão no que esteja dizendo.

Cabe a nós então uma reflexão mais profunda sobre como temos procedido e um despertar para mudanças. Transformar comportamentos inadequados, abandonar velhos e maus hábitos são um ganho para o casal. Há sempre algo que podemos mudar para a edificação do nosso relacionamento. Pense nisso.





Psicanalista cristã